O Clarinete é um instrumento de sopro constituído por um tubo cilíndrico de madeira, por uma boquilha cónica de uma única palheta e por chaves (hastes metálicas ligadas a tampas para alcançar orifícios aos quais os dedos não chegam naturalmente). O seu timbre é aveludado e encorpado e pode ser grave, médio, agudo e super-agudo devido à vibração da palheta pelo sopro do clarinetista.
Introduzido nas orquestras em 1750, foi um dos últimos instrumentos de sopro incorporados na formação orquestral moderna. O Clarinete é usado até hoje nas maiores orquestras do mundo. É também frequente ser usado noutras linguagens, como o jazz, por exemplo.
O clarinete descende do Chalumeau, instrumento bastante popular em França pelo menos desde a Idade Média. É um instrumento transpositor, pois a nota escrita na partitura é diferente da nota verdadeira, o que torna necessário haver uma transposição de notas para que este toque no tom real.
As possibilidades harmónicas, o grande controlo de dinâmicas que o instrumento permite, a sua agilidade, a sua extensão de notas, a sua natureza de timbres e o seu poder sonoro dão ao Clarinete uma posição de destaque nas orquestras actuais.

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